SIBSIB

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Começa na próxima quinta-feira a 5º edição da FlinkSampa – Festa do Conhecimento,  Literatura  e Cultura Negra, que será realizada no período de 16 a 18 de novembro de 2017 na Faculdade Zumbi dos Palmares. Em ótima localização, o novo endereço do evento fica próximo à estação Armênia do metrô, na Avenida Santos Dumont, 843, São Paulo SP, dentro do Centro Esportivo Tietê.

Durante três dias serão realizados lançamentos e vendas de livros, quadrinhos e mangás, produtos de afro-empreendedores, além de atividades culturais para professores e estudantes de todas as idades: palestras, debates e contações de histórias. Da programação da Flinkinha, os autores-ilustradores Alexandre Rampazzo e Mauricio Negro estarão juntos para lançar e autografar os seus respectivos livros: As cores de Coraline (Rocco) e Gente de Cor, Cor de Gente (FTD).  Na programação principal, Negro também participa da quase roda de samba das 14h00, que abre a tarde de sábado, 18/11.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA AQUI!

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SÁBADO, dia 18/11 às 14:00h Depois que o Samba é Samba Paulo Lins, Martinho da Vila, Mauricio Negro, João Batista de Medeiros Vargens e Duca Rachid Mediação: Chiquinho de Assis * Sugestão para o aquecimento antes do nosso encontro no sábado: clique na playlist Sambas do Martinho .............................................................................................................. SÁBADO, Dia 18/11 às 17h00 Histórias contadas  - A cor de coraline e Gente de Cor, Cor de Gente  Lançamentos, bate-papo e autógrafos com Alexandre Rampazzo e Mauricio Negro CAPAS ..............................................................................................................

Numa atividade na escola, Pedrinho pede emprestado o lápis cor da pele. Antes de escolher o lápis e entregar, Coraline reflete sobre o pedido e suas múltiplas respostas. A menina analisa o conteúdo da sua caixa de lápis: há doze deles, de doze cores diferentes e com doze nomes com os quais ela está mais que familiarizada. Mas essa tal “cor de pele” ela não consegue identificar logo. E que cor é essa? No vídeo você confere um pouco do processo de criação de Alexandre Rampazo no livro A cor de Coraline!

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No livro-imagem Gente de Cor, Cor de Gente, o autor Mauricio Negro usa o eufemismo “gente de cor” para tratar de questões urgentes, como preconceito, tolerância e diversidade. A cada virada de página, o leitor se depara com dois personagens: um tem a pele negra, o outro tem a pele de outra cor. Lado a lado, sentem fome, frio, medo, calor, raiva, diversão, alegria... Com tons vibrantes e contrastes a narrativa busca a reflexão e amplia a questão racial para além das “cores de gente”. Faz um apelo à igualdade de direitos, ao respeito às diferenças e à convivência de todos, conforme ressalta o ator Lázaro Ramos, em texto escrito especialmente para o livro: “As cores do Mauricio vêm de uma mão que alegremente visita culturas. Ver seus traços revelando de forma poética culturas indígenas, mestiça ou afro-brasileira, com ludicidade e força, é encantador. Suas mãos navegam pelas cores como um barco generoso, que não se furta a acolher verdadeiramente aquilo que retrata”.

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A programação completa está aqui: http://flinksampa.com.br/2017/06/21/literatura-e-cultura/
Fazem parte da FlinkSampa 2017:
  • Atividades para crianças e contação de histórias na Flinkinha;
  • Atividades para jovens;
  • Encontros literários com escritores nacionais e internacionais;
  • Seminário Internacional – “A Educação Inclusiva no Século 21”;
  • Prêmio Jovem Negro de Literatura;
  • Festival Afrominuto de curtas-metragens;
  • Exposição e venda de livros e quadrinhos;
  • Cine-debate – Realizadoras;
  • O Samba Nosso de Cada Dia.
BANNER-FLINKSAMPA [post_title] => As Cores de Coraline e Gente de Cor, Cor de Gente na 5ª FlinkSampa [post_excerpt] => Alexandre Rampazzo e Mauricio Negro convidam para o bate-papo e autógrafos dos respectivos lançamentos no sábado, 18/11, às 17h00, na 5º edição da Festa do Conhecimento, Literatura e Cultura Negra, na Faculdade Zumbi dos Palmares, na capital paulista. Às 14h00 Negro também participa da mesa "Depois que o Samba é Samba" com Paulo Lins, Martinho da Vila, João Batista de Medeiros Vargens e Duca Rachid, com mediação de Chiquinho de Assis. Compareça! [post_status] => publish [comment_status] => closed [ping_status] => open [post_password] => [post_name] => gente-de-cor-cor-de-gente-e-as-cores-de-coraline-na-5a-flinksampa [to_ping] => [pinged] => [post_modified] => 2017-11-16 19:23:07 [post_modified_gmt] => 2017-11-16 21:23:07 [post_content_filtered] => [post_parent] => 0 [guid] => http://sib.org.br/?p=10810 [menu_order] => 0 [post_type] => post [post_mime_type] => [comment_count] => 0 [filter] => raw ) [1] => WP_Post Object ( [ID] => 10570 [post_author] => 20 [post_date] => 2017-09-28 14:45:42 [post_date_gmt] => 2017-09-28 17:45:42 [post_content] =>

A Biblioteca Colégio Parthenon convida seus usuários para o FLIPAR (Festival Literário do Colégio Parthenon. Além dos trabalhos dos alunos relacionados à área de Língua Portuguesa, também estão previstos diversos encontros com os seguintes autores: Márcia Leite, Mauricio Negro, Raquel Matsushita, Lalau e Laurabeatriz, Heloisa Prieto, Penélope Martins, Alexandre Rampazo, Fábio Monteiro, André Neves, Peter O'Sagae, Marco Haurélio, Gustavo Piqueira e a contadora de histórias Marina Bastos. Eis aí um evento inspirador, exemplar e imperdível para qualquer idade!

Já nesta quinta-feira, 28/09,  tem atração das boas para gente grande:

O VISÍVEL E O INVISÍVEL NA LITERATURA PARA A INFÂNCIA na abertura do Festival Literário Parthenon 2017 Abertura do FLIPAR (Festival Literário do Colégio Parthenon é nesta quinta-feira, 28/09, às 19h00. O evento acontece de sábado, 30/09, a domingo, 01/11, a partir das 14h00, em Guarulhos, SP. Colégio Parthenon - Unidade I Endereço: R. Consul Orestes Corrêa, 733  Jardim Bom Clima, Guarulhos - SP, 07197-040  Tel.: (11) 4967-9500   ABRE FLIPAR [post_title] => FLIPAR 2017 [post_excerpt] => Festival Literário do Colégio Parthenon, com a presença dos autores Márcia Leite, Mauricio Negro, Raquel Matsushita, Lalau e Laurabeatriz, Heloisa Prieto, Penélope Martins, Alexandre Rampazo, Fabio Monteiro, André Neves, Peter O'Sagae, Marco Haurélio, Gustavo Piqueira e a contadora de histórias Marina Bastos. Abertura quinta-feira, 28/09, às 19h. O evento acontece de sábado, 30/09, a domingo, 01/11, a partir das 14h, em Guarulhos, SP. [post_status] => publish [comment_status] => closed [ping_status] => open [post_password] => [post_name] => flipar-2017 [to_ping] => [pinged] => [post_modified] => 2017-09-28 14:55:51 [post_modified_gmt] => 2017-09-28 17:55:51 [post_content_filtered] => [post_parent] => 0 [guid] => http://sib.org.br/?p=10570 [menu_order] => 0 [post_type] => post [post_mime_type] => [comment_count] => 0 [filter] => raw ) [2] => WP_Post Object ( [ID] => 10555 [post_author] => 20 [post_date] => 2017-09-28 12:34:22 [post_date_gmt] => 2017-09-28 15:34:22 [post_content] =>
Cartaz Resistência
Lançamento do Movimento Literatura e Resistência, com a mesa Como resistir? A cadeia produtiva do livro de literatura + exposição inédita com ilustrações e cartazes de 40 ilustradores do Brasil inteiro, criados exclusivamente para o movimento. Carta de intenções
Uma das consequências dos desmandos políticos sofridos pelo país é a desarticulação da rede de literatura para crianças e jovens. Seja pela diminuição ou enfraquecimento dos eventos do livro, pelo fechamento de várias editoras e livrarias, pela extinção ou deformação das políticas de acesso ao livro com encerramento de atividades e bibliotecas públicas, pelo deslocamento dos profissionais para outras áreas, ou ainda, e talvez principalmente, pelo silêncio dos atores que compõem a cadeia do livro.Esse silêncio precisa ser urgentemente rompido.A ideia é fazer uma manifestação artística, com exposição e encontro com os ilustradores, que tenha como tema a Movimento Literatura e Resistência, agindo como uma ação provocadora do encontro desses atores.O evento acontecerá na Livraria NoveSete. No sábado, dia 30 de setembro, junto à abertura da exposição, haverá uma conversa com o público. Na mesa, as idealizadoras do Movimento, Daniela Padilha, Rosinha, Aline Abreu, Gislene Gambini, e convidados, conversarão sobre o tema Como resistir? A cadeia produtiva dos livros de literatura. Os originais expostos estarão à venda a preços especiais. Parte da renda financiará custos do movimento, como reprodução de cartazes, desenvolvimento de materiais para divulgação, entre outros. O movimento é político e apartidário. Nossas ações são coletivas. Não há uma pessoa responsável, mas um grupo em busca de aproximações e diálogo entre ilustradores, escritores, mediadores de leitura, editoras e livrarias independentes. ................................................................................................................................................................................................................
O QUE: Lançamento do Movimento Literatura e Resistência (mesas e exposição de ilustrações e cartazes) QUANDO: Abertura no sábado 30/09/2017 às 13h30 ONDE: Livraria NoveSete_Rua França Pinto 97, CEP 040 6030  São Paulo SP Tel.: (11) 5573 7889  INVESTIMENTO: Entrada gratuita
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ISABEL LOPES COELHO E MELL BRITES 7 de agosto a 23 de outubro

Este curso visa traçar um percurso pela história da literatura infantojuvenil por meio de cinco temas capitais: fábulas e contos de fada; nursery rhymes e parlendas; romances de aventura e escolar; livros ilustrados; paródias, adaptações e outros diálogos com a tradição. A partir da leitura e interpretação da produção estrangeira e brasileira, antiga e contemporânea, calcada em uma bibliografia crítica de alta relevância, considerando aspectos históricos e estilísticos, o curso abarcará uma variedade rica de assuntos que ajudaram a fundamentar a literatura para crianças e jovens, oferecendo, assim, um entendimento abrangente do gênero e de suas configurações atuais. Durante o curso, alguns profissionais da área serão convidados a dar depoimentos sobre temas pontuais.

Isabel Lopes Coelho é mestre em literatura francesa e doutoranda em teoria literária e literatura comparada pela USP. Por doze anos ficou à frente do Núcleo Infantojuvenil da editora Cosac Naify, trabalho pelo qual recebeu o prêmio BOP - Best Children’s Publisher of the Year (Bolonha, Itália, 2013). Foi bolsista na Intenationale Jugendbibliothek (Alemanha, 2015) e atualmente, é gerente de literatura na FTD Educação.

Mell Brites é editora do selo infantil da Companhia das Letras e mestre em literatura brasileira pela USP, com pesquisa sobre a infância e os livros infantis de Clarice Lispector. À frente da Companhia das Letrinhas, recebeu diversos prêmios pelas suas publicações, como o New Horizons – Digital Prize (Bolonha, Itália, 2012), e foi finalista do BOP - Best Children’s Publisher of the Year (Bolonha, Itália) em 2017.

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  O QUE: Curso de Literatura Infantojuvenil COM QUEM: Isabel Lopes Coelho e Mell Brites PARA QUEM: estudantes, profissionais da área de humanas, professores e interessados em geral DURAÇÃO: 3 meses (12 encontros) QUANDO: 7 de agosto a 23 de outubro Segundas-feiras, das 19h30 às 22h00 VAGAS: 25 INVESTIMENTO: 3 parcelas de R$400,00 + INFORMAÇÕES: 11 2245 1937 ou pelo email setoreducativo@institutotomieohtake.org.br  [post_title] => Espaço do olhar: Literatura Infantojuvenil [post_excerpt] => No segundo semestre deste ano tem curso com Isabel Lopes Coelho e Mell Brites no Instituto Tomie Ohtake, de 07/08 a 23/10. Reserve já, porque são apenas 25 vagas! [post_status] => publish [comment_status] => closed [ping_status] => open [post_password] => [post_name] => espaco-do-olhar-literatura-infantojuvenil [to_ping] => [pinged] => [post_modified] => 2017-07-10 09:59:27 [post_modified_gmt] => 2017-07-10 12:59:27 [post_content_filtered] => [post_parent] => 0 [guid] => http://sib.org.br/?p=10519 [menu_order] => 0 [post_type] => post [post_mime_type] => [comment_count] => 0 [filter] => raw ) [4] => WP_Post Object ( [ID] => 10024 [post_author] => 20 [post_date] => 2016-09-26 03:53:28 [post_date_gmt] => 2016-09-26 06:53:28 [post_content] =>

Começa na próxima quarta-feira, 28/09, às 15h15, o ritual de abertura do evento. Mekukradjá é uma palavra de origem Kaiapó – etnia que ocupa o Mato Grosso e o Pará – e significa “sabedoria”, “transmissão de conhecimentos”. Com esse ideal em perspectiva, de 28 a 30 de setembro ocorre no Itaú Cultural um ciclo de trocas a partir da literatura e do cinema, com debates, filmes, poesia e prosa.

Mekukradjá – Círculo de Saberes de Escritores e Realizadores Indígenas reúne artistas de 11 estados e 11 etnias – permitindo, assim, dialogar com o que alguns chamam de vários Brasis –, além de pesquisadores. As discussões se organizam em cinco círculos, cinco sessões de conversa. A curadoria é de Daniel Munduruku, Cristino Wapichana, Cristina Flória, Junia Torres e Andrea Tonacci, que também compõem as mesas.

Participam os escritores Ailton Krenak, Daniel Munduruku, Kaká Werá, Roni Wasiry Guará, Olívio Jekupé, Márcia Wayna Kambeba, Cristino Wapichana, Tiago Hakiy e Eliane Potiguara; e os realizadores Cristina Flória, Isael e Sueli Maxakali, Alberto Alvares, Divino Tserewahú e Patrícia Ferreira Mbya. Não indígenas também fazem parte das mesas: o escritor e ilustrador Mauricio Negro, o cineasta Andrea Tonacci e a pesquisadora em linguística Maria Silvia Cintra Martins.

Os círculos são abertos por apresentações artísticas e tradicionais e contam com exibições de filmes. Entre eles, ocorre um espaço de convivência com exposição de livros e artesanato indígenas.

Fecha o evento Olhar: um Ato de Resistência, de Andrea Tonacci. A mesa fala da digitalização de gravações feitas por Tonacci entre 1979 e 1980 – uma série de depoimentos de lideranças indígenas do continente americano. Compõem a discussão os pesquisadores Patrícia Mourão, Junia Torres e Massimo Canevacci, assim como Tonacci e Patrícia Ferreira Mbya.

Programação completa aqui!

/CÍRCULO UM - FACES DA ORALIDADE: ESCRITA E IMAGEM

Quarta-Feira - 15:15

Ritual de Abertura com Olívio Jekupé e representante do Itaú Cultural

Mesa de Debate com Daniel MundurukuRoni WasiryAilton KrenakAlberto Álvares e Patricia Ferreira Mbya.

Mediação: Mauricio Negro

Um debate sobre como as culturas indígenas têm acompanhado a globalização por meio da

, e sobre como a cultura oral vem se atualizando a partir do uso desses instrumentos.

exibição do filme Kakxop Pit Hãmkoxuk Xop Te Yumugãhã – Iniciação dos Filhos dos Espíritos da Terra com comentários dos diretores Isael Maxakali e Sueli Maxacali das 17h às 18h

2015, 40’

Os meninos do povo maxacali, povo autodenominado Tikmu'un, se submetem a um ritual de passagem. Iniciados, podem frequentar o kuxex – a casa dos espíritos –, em que moram os yâmiyxop, grupo de espíritos de ancestrais, animais e vegetais.

Entrada Gratuita

Sala Itaú Cultural (piso térreo) 254 lugares [distribuição de ingressos público preferencial: duas horas antes do espetáculo público não preferencial: uma hora antes do espetáculo]

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Informações

Itaú Cultural

    • Endereço
      Avenida Paulista 149 São Paulo SP CEP: 01311 000 [Estação Brigadeiro do metrô]
    • Contatos e Informações Extras fone 11 2168 1777 fax 11 2168 1775
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A história da menininha que, em pleno território selvagem dos Estados Unidos do final do século 19, que precisa ficar dentro de casa o inverno todo porque o frio lá fora era impiedoso, parecia não ter absolutamente nada para agradar a minha filhota de 9 anos. Passando os olhos pelos capítulos antes de iniciar a leitura, notei que a narrativa se ocupava mais em relatar os afazeres domésticos daquela família pobre e corajosa, aos olhos da filha do meio, do que propriamente construir um enredo. Em suma, o livro me pareceu estar mais para um relato documental sobre os hábitos e costumes de um povo numa época e região distantes, do que a costumeira leitura literária em voz alta para os meus filhos antes de dormir.

Pois bem, bastou a leitura do primeiro parágrafo para que Uma casa na floresta nos encantasse de tal maneira que, não raro, nos víamos obrigados a ler mais de um capítulo por noite.

Um dos capítulos, por exemplo, se ocupava em descrever minuciosamente a maneira como a protagonista Laura, e sua irmã mais velha Mary, ajudavam a mãe a preparar uma torta de maçã. Já em outro, descrevia como o pai e o tio retiravam a seiva de uma árvore para que a mãe a fervesse e transformasse no açúcar de bordo, uma iguaria indispensável para atravessar o inverno rigoroso.

Ao mergulhar com minha filha na rotina da família de Laura Ingalls Wilder, autora do livro e protagonista da história, encontrei muitas semelhanças entre a rotina deles e os costumes brasileiros de antigamente que, vira-e-mexe, leio em algum livro do Câmara Cascudo.

O que mais me aguçou a curiosidade, porém, foi a transcrição das letras das músicas que o pai de Laura, Charles – ou "Pa", como as crianças o chamavam –, tocava ao violino.

Ao ler aquelas rimas singelas e inocentes e, alegres na maioria das vezes, ficava imaginando como seria o ritmo. Durante a leitura, num esforço para tentar resgatar a magia daquilo, eu acabava cantarolando os versos, encaixando-os em melodias que conheço, como aquela do O sapo não lava o pé ou Atirei o pau no gato. Ok, admito: o máximo que consegui foi avacalhar com tudo.

Uma pesquisa no Google, contudo, revelou – tal como imaginei – que as músicas relatadas no livro são folclóricas e tradicionais dos EUA. Achei até um CD no itunes, no qual compilaram algumas das músicas dos livros da série (Dá pra ouvir um trechinho de cada uma, clicando no ícone play ao lado de cada faixa).

Encontrei outras coisas interessantes no Youtube, como esta versão de Polly put the kettle on – extraída de um especial da PBS, projeto que visou resgatar as músicas dos livros.

Achei também uma faixa do CD Pa's Fiddlena íntegra: Golden Years are passing by.

Ah, sim! Caso você tenha mais de 35 anos e esteja se perguntando onde foi mesmo que já ouviu o nome da família Ingalls, é provável que tenha sido na série de TV baseada em dois livros da série Little House. Aqui no Brasil foi rebatizada como Os pioneiros.

Para finalizar, e só para não ficar estranho uma Coluna SIB focada em música e literatura, devo acrescentar que são ótimas as ilustrações do Maurício Veneza para os dois livros de Laura Ingalls, aqui lançados pela Best Bolso. :)

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Fábio Sgroi é ilustrador, escritor e designer gráfico. Formado em Desenho Industrial, atua no segmento de livros infantis e juvenis, tendo mais de 100 obras ilustradas publicadas.

Contato: fsgroi@terra.com.br

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SÁBADO, dia 18/11 às 14:00h Depois que o Samba é Samba Paulo Lins, Martinho da Vila, Mauricio Negro, João Batista de Medeiros Vargens e Duca Rachid Mediação: Chiquinho de Assis * Sugestão para o aquecimento antes do nosso encontro no sábado: clique na playlist Sambas do Martinho .............................................................................................................. SÁBADO, Dia 18/11 às 17h00 Histórias contadas  - A cor de coraline e Gente de Cor, Cor de Gente  Lançamentos, bate-papo e autógrafos com Alexandre Rampazzo e Mauricio Negro CAPAS ..............................................................................................................

Numa atividade na escola, Pedrinho pede emprestado o lápis cor da pele. Antes de escolher o lápis e entregar, Coraline reflete sobre o pedido e suas múltiplas respostas. A menina analisa o conteúdo da sua caixa de lápis: há doze deles, de doze cores diferentes e com doze nomes com os quais ela está mais que familiarizada. Mas essa tal “cor de pele” ela não consegue identificar logo. E que cor é essa? No vídeo você confere um pouco do processo de criação de Alexandre Rampazo no livro A cor de Coraline!

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No livro-imagem Gente de Cor, Cor de Gente, o autor Mauricio Negro usa o eufemismo “gente de cor” para tratar de questões urgentes, como preconceito, tolerância e diversidade. A cada virada de página, o leitor se depara com dois personagens: um tem a pele negra, o outro tem a pele de outra cor. Lado a lado, sentem fome, frio, medo, calor, raiva, diversão, alegria... Com tons vibrantes e contrastes a narrativa busca a reflexão e amplia a questão racial para além das “cores de gente”. Faz um apelo à igualdade de direitos, ao respeito às diferenças e à convivência de todos, conforme ressalta o ator Lázaro Ramos, em texto escrito especialmente para o livro: “As cores do Mauricio vêm de uma mão que alegremente visita culturas. Ver seus traços revelando de forma poética culturas indígenas, mestiça ou afro-brasileira, com ludicidade e força, é encantador. Suas mãos navegam pelas cores como um barco generoso, que não se furta a acolher verdadeiramente aquilo que retrata”.

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A programação completa está aqui: http://flinksampa.com.br/2017/06/21/literatura-e-cultura/
Fazem parte da FlinkSampa 2017:
  • Atividades para crianças e contação de histórias na Flinkinha;
  • Atividades para jovens;
  • Encontros literários com escritores nacionais e internacionais;
  • Seminário Internacional – “A Educação Inclusiva no Século 21”;
  • Prêmio Jovem Negro de Literatura;
  • Festival Afrominuto de curtas-metragens;
  • Exposição e venda de livros e quadrinhos;
  • Cine-debate – Realizadoras;
  • O Samba Nosso de Cada Dia.
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As Cores de Coraline e Gente de Cor, Cor de Gente na 5ª FlinkSampa

Alexandre Rampazzo e Mauricio Negro convidam para o bate-papo e autógrafos dos respectivos lançamentos no sábado, 18/11, às 17h00, na 5º edição da Festa do Conhecimento, Literatura e Cultura Negra, na Faculdade Zumbi dos Palmares, na capital paulista. Às 14h00 Negro também participa da mesa “Depois que o Samba é Samba” com Paulo Lins, Martinho da Vila, João Batista de Medeiros Vargens e Duca Rachid, com mediação de Chiquinho de Assis. Compareça!

FLIPAR 2017

Festival Literário do Colégio Parthenon, com a presença dos autores Márcia Leite, Mauricio Negro, Raquel Matsushita, Lalau e Laurabeatriz, Heloisa Prieto, Penélope Martins, Alexandre Rampazo, Fabio Monteiro, André Neves, Peter O’Sagae, Marco Haurélio, Gustavo Piqueira e a contadora de histórias Marina Bastos. Abertura quinta-feira, 28/09, às 19h. O evento acontece de sábado, 30/09, a domingo, 01/11, a partir das 14h, em Guarulhos, SP.

Literatura e Resistência

Lançamento do Movimento Literatura e Resistência, com mesas de discussão e exposição de ilustrações e cartazes. Abertura no sábado 30/09/2017 às 13h30, na Livraria NoveSete, na Vila Mariana, em São Paulo, SP.

Espaço do olhar: Literatura Infantojuvenil

No segundo semestre deste ano tem curso com Isabel Lopes Coelho e Mell Brites no Instituto Tomie Ohtake, de 07/08 a 23/10. Reserve já, porque são apenas 25 vagas!

Mekukradjá_Faces da Oralidade: Escrita e Imagem

O associado da SIB Mauricio Negro mediará o debate inaugural sobre literatura e artes imagéticas, globalização e oralidade com Daniel Munduruku, Roni Wasiry, Ailton Krenak, Alberto Álvares e Patricia Ferreira Mbya, no Itaú Cultural, quarta (28/09), às 15h15, em São Paulo.

A trilha sonora do texto – Parte 1

A história da menininha que, em pleno território selvagem dos Estados Unidos do final do século 19, que precisa ficar dentro de casa o inverno todo porque o…