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Começa na próxima quarta-feira, 28/09, às 15h15, o ritual de abertura do evento. Mekukradjá é uma palavra de origem Kaiapó – etnia que ocupa o Mato Grosso e o Pará – e significa “sabedoria”, “transmissão de conhecimentos”. Com esse ideal em perspectiva, de 28 a 30 de setembro ocorre no Itaú Cultural um ciclo de trocas a partir da literatura e do cinema, com debates, filmes, poesia e prosa.

Mekukradjá – Círculo de Saberes de Escritores e Realizadores Indígenas reúne artistas de 11 estados e 11 etnias – permitindo, assim, dialogar com o que alguns chamam de vários Brasis –, além de pesquisadores. As discussões se organizam em cinco círculos, cinco sessões de conversa. A curadoria é de Daniel Munduruku, Cristino Wapichana, Cristina Flória, Junia Torres e Andrea Tonacci, que também compõem as mesas.

Participam os escritores Ailton Krenak, Daniel Munduruku, Kaká Werá, Roni Wasiry Guará, Olívio Jekupé, Márcia Wayna Kambeba, Cristino Wapichana, Tiago Hakiy e Eliane Potiguara; e os realizadores Cristina Flória, Isael e Sueli Maxakali, Alberto Alvares, Divino Tserewahú e Patrícia Ferreira Mbya. Não indígenas também fazem parte das mesas: o escritor e ilustrador Mauricio Negro, o cineasta Andrea Tonacci e a pesquisadora em linguística Maria Silvia Cintra Martins.

Os círculos são abertos por apresentações artísticas e tradicionais e contam com exibições de filmes. Entre eles, ocorre um espaço de convivência com exposição de livros e artesanato indígenas.

Fecha o evento Olhar: um Ato de Resistência, de Andrea Tonacci. A mesa fala da digitalização de gravações feitas por Tonacci entre 1979 e 1980 – uma série de depoimentos de lideranças indígenas do continente americano. Compõem a discussão os pesquisadores Patrícia Mourão, Junia Torres e Massimo Canevacci, assim como Tonacci e Patrícia Ferreira Mbya.

Programação completa aqui!

/CÍRCULO UM - FACES DA ORALIDADE: ESCRITA E IMAGEM

Quarta-Feira - 15:15

Ritual de Abertura com Olívio Jekupé e representante do Itaú Cultural

Mesa de Debate com Daniel MundurukuRoni WasiryAilton KrenakAlberto Álvares e Patricia Ferreira Mbya.

Mediação: Mauricio Negro

Um debate sobre como as culturas indígenas têm acompanhado a globalização por meio da

, e sobre como a cultura oral vem se atualizando a partir do uso desses instrumentos.

exibição do filme Kakxop Pit Hãmkoxuk Xop Te Yumugãhã – Iniciação dos Filhos dos Espíritos da Terra com comentários dos diretores Isael Maxakali e Sueli Maxacali das 17h às 18h

2015, 40’

Os meninos do povo maxacali, povo autodenominado Tikmu'un, se submetem a um ritual de passagem. Iniciados, podem frequentar o kuxex – a casa dos espíritos –, em que moram os yâmiyxop, grupo de espíritos de ancestrais, animais e vegetais.

Entrada Gratuita

Sala Itaú Cultural (piso térreo) 254 lugares [distribuição de ingressos público preferencial: duas horas antes do espetáculo público não preferencial: uma hora antes do espetáculo]

_________________________________________

Informações

Itaú Cultural

    • Endereço
      Avenida Paulista 149 São Paulo SP CEP: 01311 000 [Estação Brigadeiro do metrô]
    • Contatos e Informações Extras fone 11 2168 1777 fax 11 2168 1775
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A história da menininha que, em pleno território selvagem dos Estados Unidos do final do século 19, que precisa ficar dentro de casa o inverno todo porque o frio lá fora era impiedoso, parecia não ter absolutamente nada para agradar a minha filhota de 9 anos. Passando os olhos pelos capítulos antes de iniciar a leitura, notei que a narrativa se ocupava mais em relatar os afazeres domésticos daquela família pobre e corajosa, aos olhos da filha do meio, do que propriamente construir um enredo. Em suma, o livro me pareceu estar mais para um relato documental sobre os hábitos e costumes de um povo numa época e região distantes, do que a costumeira leitura literária em voz alta para os meus filhos antes de dormir.

Pois bem, bastou a leitura do primeiro parágrafo para que Uma casa na floresta nos encantasse de tal maneira que, não raro, nos víamos obrigados a ler mais de um capítulo por noite.

Um dos capítulos, por exemplo, se ocupava em descrever minuciosamente a maneira como a protagonista Laura, e sua irmã mais velha Mary, ajudavam a mãe a preparar uma torta de maçã. Já em outro, descrevia como o pai e o tio retiravam a seiva de uma árvore para que a mãe a fervesse e transformasse no açúcar de bordo, uma iguaria indispensável para atravessar o inverno rigoroso.

Ao mergulhar com minha filha na rotina da família de Laura Ingalls Wilder, autora do livro e protagonista da história, encontrei muitas semelhanças entre a rotina deles e os costumes brasileiros de antigamente que, vira-e-mexe, leio em algum livro do Câmara Cascudo.

O que mais me aguçou a curiosidade, porém, foi a transcrição das letras das músicas que o pai de Laura, Charles – ou "Pa", como as crianças o chamavam –, tocava ao violino.

Ao ler aquelas rimas singelas e inocentes e, alegres na maioria das vezes, ficava imaginando como seria o ritmo. Durante a leitura, num esforço para tentar resgatar a magia daquilo, eu acabava cantarolando os versos, encaixando-os em melodias que conheço, como aquela do O sapo não lava o pé ou Atirei o pau no gato. Ok, admito: o máximo que consegui foi avacalhar com tudo.

Uma pesquisa no Google, contudo, revelou – tal como imaginei – que as músicas relatadas no livro são folclóricas e tradicionais dos EUA. Achei até um CD no itunes, no qual compilaram algumas das músicas dos livros da série (Dá pra ouvir um trechinho de cada uma, clicando no ícone play ao lado de cada faixa).

Encontrei outras coisas interessantes no Youtube, como esta versão de Polly put the kettle on – extraída de um especial da PBS, projeto que visou resgatar as músicas dos livros.

Achei também uma faixa do CD Pa's Fiddlena íntegra: Golden Years are passing by.

Ah, sim! Caso você tenha mais de 35 anos e esteja se perguntando onde foi mesmo que já ouviu o nome da família Ingalls, é provável que tenha sido na série de TV baseada em dois livros da série Little House. Aqui no Brasil foi rebatizada como Os pioneiros.

Para finalizar, e só para não ficar estranho uma Coluna SIB focada em música e literatura, devo acrescentar que são ótimas as ilustrações do Maurício Veneza para os dois livros de Laura Ingalls, aqui lançados pela Best Bolso. :)

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Fábio Sgroi é ilustrador, escritor e designer gráfico. Formado em Desenho Industrial, atua no segmento de livros infantis e juvenis, tendo mais de 100 obras ilustradas publicadas.

Contato: fsgroi@terra.com.br

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Mekukradjá – Círculo de Saberes de Escritores e Realizadores Indígenas reúne artistas de 11 estados e 11 etnias – permitindo, assim, dialogar com o que alguns chamam de vários Brasis –, além de pesquisadores. As discussões se organizam em cinco círculos, cinco sessões de conversa. A curadoria é de Daniel Munduruku, Cristino Wapichana, Cristina Flória, Junia Torres e Andrea Tonacci, que também compõem as mesas.

Participam os escritores Ailton Krenak, Daniel Munduruku, Kaká Werá, Roni Wasiry Guará, Olívio Jekupé, Márcia Wayna Kambeba, Cristino Wapichana, Tiago Hakiy e Eliane Potiguara; e os realizadores Cristina Flória, Isael e Sueli Maxakali, Alberto Alvares, Divino Tserewahú e Patrícia Ferreira Mbya. Não indígenas também fazem parte das mesas: o escritor e ilustrador Mauricio Negro, o cineasta Andrea Tonacci e a pesquisadora em linguística Maria Silvia Cintra Martins.

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Ritual de Abertura com Olívio Jekupé e representante do Itaú Cultural

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Mediação: Mauricio Negro

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Sala Itaú Cultural (piso térreo) 254 lugares [distribuição de ingressos público preferencial: duas horas antes do espetáculo público não preferencial: uma hora antes do espetáculo]

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Itaú Cultural

    • Endereço
      Avenida Paulista 149 São Paulo SP CEP: 01311 000 [Estação Brigadeiro do metrô]
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A trilha sonora do texto – Parte 1

A história da menininha que, em pleno território selvagem dos Estados Unidos do final do século 19, que precisa ficar dentro de casa o inverno todo porque o…