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O ilustrador Junião teve o privilégio de entrevistar o artista gráfico e ilustrador Emory Douglas, um dos mais importantes militantes negros dos Estados Unidos. Com a máxima Todo poder ao povo!, criou a estética publicitária e visual do partido dos Panteras Negras, um marco da luta pelos direitos civis e contra a violência policial. 

#ProgramaMetropolis visitou a exposição Todo Poder ao Povo! Emory Douglas e os Panteras Negras em cartaz no Sesc Pinheiros até Junho.

O partido dos Panteras Negras foi uma importante organização política extraparlamentar americana, fundada em 1966 e dissolvida em 1982, na cidade de Oakland, Califórnia. Seus integrantes foram idealizadores de manifestos ideológicos com reivindicações sociais, econômicas e políticas para a comunidade afroamericana nos Estados Unidos.

Emory Douglas foi responsável em grande parte pela concepção estética e publicitária do movimento, criando inclusive a máxima do partido Todo poder ao povo!. Em meio a essas reivindicações sua arte gráfica contribuiu para a construção de imagens ícones com temas sociais e políticos que transcendem fronteiras, apresentando um trabalho expressivo, que mistura um desenho denso com as possibilidades limitadas de reprodução da imagem a que tinha acesso.

PS: O EVENTO ESTÁ SENDO ORGANIZADO PELO SESC PINHEIROS.

Este post trata-se apenas de divulgação gratuita e espontânea pelo My Black is Power.

(Acreditamos que eventos GRATUITOS como esses precisam ser divulgados ao máximo)

EMORY

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Sábado (10/10) tem apresentação gratuita da LAVOURA, banda de música instrumental da qual faz parte o associado da SIB Junião. Além de música de primeira, haverá projeções e vídeo grafismos. Faz parte da 10ª Edição do Escadaria do Jazz, que acontece ao ar livre, lá no tradicional bairro do Bixiga, em Sampa. O evento, além de música, oferece food trucks, barracas de quitutes e bebidas das 14h00 até às 22h00.

O LAVOURA toca às 19h00, anote aí.

Mais informações sobre o evento, clique aqui e confira aqui! 
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Junião desenha profissionalmente há 19 anos. Cursou Artes Visuais na Unesp, em Bauru. Época em que estagiou em agência de publicidade, escola da periferia, editora de revistas e no jornal local, o Diário de Bauru, onde aprendeu a fazer charge, infográfico, ilustração editorial e também jornalismo.

Nesse percurso teve ainda agência de notícias, sites, revistas e o jornal Diário do Povo, de Campinas, onde publicou diariamente durante 11 anos. As ilustrações para livros (didáticos, de ficção, infantis, adolescentes e adultos), para publicidade, campanhas educativas, apostilas escolares e outras mídias são decorrentes desse trabalho. O jornalismo lhe conferiu agilidade para abordar vários assuntos.

Hoje produz muitas charges e ilustração sobre esportes. Além de livros e da imprensa, trabalho com aplicativos para redes sociais e celular. E também se dedica à música, como percussionista.

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Nesta terça-feira, dia 8 de setembro, o associado da SIB Junião participa de uma ação idealizada pelo Instituto Goethe, cujo nome é “Literatura, desenho de humor e futebol: uma mistura divertida”, no Clube da Comunidade São Januário, no bairro do Campo Limpo, em São Paulo. A ideia é mostrar para a garotada que futebol, artes visuais e literatura podem estar juntos, no mesmo contexto.

A atividade inclui também um bate-papo com o escritor e slam alemão Nils Straatmann. Junião ainda coordena uma oficina para crianças e adolescentes, com um debate sobre racismo, intolerância e questões de gênero em campo. No final, acontece o bate-bola propriamente dito, com os artistas e os integrantes da escolinha Campo São Januário.

Nils Straatmann nasceu em Geesthacht, Alemanha. Atualmente, vive e estuda em Leipzig. Em 2008, tornou-se campeão da categoria sub-20 de poetry slam em língua alemã, e em 2013 ganhou título no gênero com sua equipe Bottermerlk Fresch. Seus textos foram publicados em diversas antologias pelas editoras alemãs Suhrkamp, Carlsen, Lektora e Blaulicht. Em março de 2015 foi publicado pela Malik o seu livro de viagens “Wo die Kartoffeln auf Bäumen wachsen” (Onde as batatas crescem em árvores). Na Autonama, time de futebol composto por autores alemães, defendeu bem o meio de campo como volante, sempre tentando um bom passe.

Junião (pelo Pindorama, seleção de autores brasileiros) e Nil se enfrentaram no ano passado num jogo pegado, mas divertido, que terminou zero a zero. Nils está no Brasil em celebração à obra do escritor austríaco Stefan Zweig, e irá participar de outros eventos organizados pelo instituto Goethe. Para saber mais, veja a programação no site do instituto.

Quanto ao Stefan Zweig, ele nasceu em Viena, em 1881, e veio ao Brasil pela primeira vez em 1936, a caminho de um congresso de que participaria em Buenos Aires, Argentina. Encantou-se com o Brasil: sua obra mais conhecida por aqui é “Brasil, um país do futuro“. “A primeira impressão deste país é de uma opulência desconcertante. Tudo é intenso – o sol, a luz, as cores”, escreveu ele.

Junião desenha profissionalmente há 19 anos. Cursou Artes Visuais na Unesp, em Bauru. Época em que estagiou em agência de publicidade, escola da periferia, editora de revistas e no jornal local, o Diário de Bauru, onde aprendeu a fazer charge, infográfico, ilustração editorial e também jornalismo.

Nesse percurso teve ainda agência de notícias, sites, revistas e o jornal Diário do Povo, de Campinas, onde publicou diariamente durante 11 anos. As ilustrações para livros (didáticos, de ficção, infantis, adolescentes e adultos), para publicidade, campanhas educativas, apostilas escolares e outras mídias são decorrentes desse trabalho. O jornalismo lhe conferiu agilidade para abordar vários assuntos.

Hoje produz muitas charges e ilustração sobre esportes. Além de livros e da imprensa, trabalho com aplicativos para redes sociais e celular. E também se dedica à música, como percussionista.

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Por José Pedro Martins, para a Agência Social de Notícias

Os mitos, os preconceitos, vão sendo construídos a partir de narrativas social e historicamente determinadas. Pois muitas das visões preconcebidas em relação ao continente africano são fraturadas a partir de uma exposição de quadrinhos que começou no Memorial da América Latina, em São Paulo, e que se encontra até o dia 23 de abril, quinta-feira, em Campinas, na Biblioteca Municipal “Prof.Ernesto Manoel Zink”.

É a Exposição Brasil-África, que apresenta ao público brasileiro o que há de mais representativo nos quadrinhos africanos. Muitos quadrinhistas brasileiros estão presentes.

Bira Dantas é um deles. Ele é o curador da exposição pelo lado brasileiro. O congolês Jeremie Nsingi é o curador pelo lado africano. “Aqui no Brasil temos muito pouco contato com os Quadrinhos africanos, apesar de termos muita troca em outros setores sócio-culturais e políticos. Esta exposição mostra um pouco da África real, aquela que é desenhada e satirizada por seus artistas no dia-a-dia”, comenta Bira.

De fato, o desconhecimento em relação ao que é produzido em histórias em quadrinhos na África ainda é muito grande no Brasil, apesar das relações seculares com o continente africano, de onde vieram milhões de escravos que ajudaram a forjar a identidade brasileira. Na realidade, é mais uma página do desconhecimento generalizado no país quanto à realidade africana, apesar de mais da metade da população brasileira ser de afrodescendentes.

Nova história sendo escrita – Mas esse hiato começa a ser superado, como observa o próprio Bira Dantas. Ele nota que em 2008 o quadrinhista e fanzineiro paraense Eduardo Pinto Barbier – que vive na França – foi convidado para a primeira edição do Festival Internacional de Quadrinhos da Argélia (Fibda). “Ele foi pioneiro neste contato cultural entre Brasil e África, no campo dos quadrinhos”, diz Bira. Marcelo D´salete foi outro brasileiro a participar do Fibda naquele ano.

Em 2009 a revista “La Bouche du Monde” – publicada por Eduardo Barbier em francês – fez parte da seleção oficial do Fibda e em 2011 ganhou como Melhor Fanzine. No Brasil, observa Bira, a professora e pesquisadora Sonia Luyten foi curadora da Mostra de Quadrinhos Africanos no Museu Afro, em SP, em 2009, com a participação de 19 artistas de 16 países, e 2010, quando foi lançado o livro “Afro HQ: História e Cultura Afro-brasileira e Africana em Quadrinhos”, de autoria de Danielle Jaimes, Roberta Cirne e Amaro Braga.

[caption id="attachment_7836" align="aligncenter" width="1000"]Obra do associado da SIB Junião, um dos brasileiros na exposição. Obra do associado da SIB Junião, um dos brasileiros na exposição.[/caption]

Em 2011, Eduardo Barbier apresentou o próprio Bira Dantas a Dalila Nadjen, presidente do Fibda, durante o festival de Angouleme na França. Também em 2011, a L&PM Editores publicou o álbum de Quadrinhos Aya (Costa do Marfim) de Marguerite Abouet e Clément Oubrerie. Enquanto isso, André Diniz e Mauricio Hora lançavam “Morro da Favela”, que seria publicado na França, Portugal e Inglaterra. André Diniz também lançou  “Negrinho do Pastoreio” e “O Quilombo Orum Aiê”.

Em 2012, o jornalista e cartunista Mauricio Pestana lançou a coleção “Mãe África” e o cartunista Bira foi selecionado no Fibda, tendo sido o seu D.Quixote  indicado na categoria Melhor Projeto do festival argelino em 2013. Bira foi então convidado para a Argélia, onde lançou seu BiraZine 2 com legendas em francês. Neste mesmo ano, o quadrinhista congolês Jérémie Nsingi veio ao Brasil, a convite do FIQ (Festival Internacional de Quadrinhos de BH). Foi quando Bira e Nsingi se conheceram.

Mais intercâmbios – Os intercâmbios aumentaram em intensidade nos últimos dois anos. Em 2014, o Brasil foi o país homenageado do Fibda e Bira fez parte do juri de premiação. O festival teve um estande só do Brasil com: – Linha do tempo “145 anos de Quadrinhos brasileiros” (montada por Bira e Laurent Melikian). – Quadrinhos brazucas com Bira, André Diniz, Ana Luiza Koehler, Rafael Coutinho, Fábio Moon e Gabriel Bá (organizado por Eduardo Barbier). – Mauricio de Sousa e seus Quadrinhos, Quadrões e Esculturas (montado por Jacqueline Mouradian, presente no festival com Bira, Fábio e Gabriel). Pela primeira vez a ministra da cultura participou da abertura e o embaixador brasileiro também. Ainda no ano passado, Marcelo D’salete lançou “Cumbe”, projeto de Quadrinhos com raízes africanas, aprovado pelo edital paulista ProaC.

Em 2015, o Memorial da América Latina abriu -mais uma vez- as portas para a Associação dos Quadrinhistas e Caricaturistas do Estado de São Paulo (AQC) entregar o Troféu Angelo Agostini. E desta vez com a exposição Brasil- África. Jérémie Nsingi foi a estrela internacional na Exposição, da qual foi curador pelo lado africano.

[caption id="attachment_7838" align="alignnone" width="680"]O trabalho do marroquino Omar Ennaciri sobre Chico Mendes: solidariedade (Foto José Pedro Martins). O trabalho do marroquino Omar Ennaciri sobre Chico Mendes: solidariedade (Foto José Pedro Martins).[/caption]

Quebra de mitos –  Desde o dia 23 de março e até a próxima quinta, 23 de abril, a Exposição Brasil-África fica em Campinas, na Biblioteca Pública Municipal. Uma exposição para quebrar mitos e o primeiro deles é o de que a África não teria história em quadrinhos.

Tem e de alta qualidade, com temáticas que ajudam a superar outros pré-conceitos com relação ao território africano, como o de que não haveria vida urbana naquele continente. Não é o que mostram os trabalhos dos quadrinhistas africanos presentes na exposição, como Popa Matumula, da Tanzânia, e Bibi Benzene, de Camarões.

Mas a realidade tribal também está presente, como no trabalho de Youmbi Narcisse, também de Camarões. Omar Ennaciri, do Marrocos, apresenta uma bela obra sobre a realidade mediterrânea de vários países africanos.

O mesmo Omar Ennaciri assina uma das curiosidades marcantes da Exposição Brasil-África: é o seu trabalho sobre o líder ecologista e seringueiro brasileiro Chico Mendes, assassinado em 1988. Mais um sinal da ligação íntima, sentimental, afetiva entre Brasil e África.

Outros quadrinhistas africanos com trabalhos na Exposição são Pahé (Gabão), Georges Pondy, Kangol e Joelle Ebongue (Camarões), Gihèn (Tunísia), Benjamin Kouadio (Costa do Marfim), Mokdad Amirouche (Argélia), Didier Kasai (República centro-africana), Massiré Tounkara (Mali), Brahim Rais  (Marrocos), Sylvestre (Burkina Faso), Dwa de Eric (Madagascar) e Al Mata (Congo).

Pelo lado brasileiro, estão trabalhos de Marcelo D’salete, Flavio Luiz, André Diniz, Pestana, Junião, Pedro Franz, Marcos Franco, Hélcio Rogério, Alisson Affonso, Eloyr Pacheco, Fernando Damasio, Janio Garcia, Alves, Orlando Pedroso e o próprio Bira Dantas.

“A exposição permite muitos questionamentos, muitas discussões, é muito rica”, resume a bibliotecária Suze Elias, responsável pela Gibiteca da Biblioteca Pública Municipal de Campinas, co-promotora da exposição. “Os quadrinhos africanos, de grande influência franco-belga, são de alta qualidade”, nota ela.

A questão racial, da identidade, da cultura negra, muito presentes e gerando reflexões importantes. O Brasil começa a redescobrir a África. Os amados quadrinhos, linguagem universal que diverte, encanta e questiona, estão contribuindo para consolidar esse diálogo interatlântico.

LINKS PARA CONHECER MAIS SOBRE HQ DA ÁFRICA

JÉRÉMIE NSINGI (Congo)

BIBI BENZO (Camarões)

Kangol LedroïD (Camarões)

YOUNA Narcisse Youmbi (Camarões)

DUTA Ebene (Camarões)

JOELLE Ebongue (Camarões)

PONDY (Camarões)

MOKDAD amirouche (Argélia)

SYLVESTRE ZOUMABE Gringo (Burkina Faso)

PAHÉ (Gabão) 

www.pahebd.blogspot.com

AL MATA (Congo) 

DIDIER kassai (Sibut, República Centro-africana)

KOUADIO Kouakou Benjamin (Costa do Marfim) 

Gihèn (Tunisia)

POPA (Tanzania)

Massiré Tounkara (Mali)

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O QUE: Exposição Brasil-África (quadrinhos brasileiros e africanos)

ONDE: Biblioteca Municipal Prof.Ernesto Manoel Zink, Campinas, SP

QUANDO: Até o dia 23 de abril, quinta-feira, em Campinas,

É a , que apresenta ao público brasileiro o que há de mais representativo nos quadrinhos africanos. Muitos quadrinhistas brasileiros estão presentes.

[post_title] => Exposição Brasil-África [post_excerpt] => Os associados da SIB Junião e Orlando participam da mostra, que reúne quadrinistas brasileiros e africanos. Até 23/04, na Biblioteca Municipal Prof. Ernesto Manoel Zink, em Campinas, SP. [post_status] => publish [comment_status] => closed [ping_status] => open [post_password] => [post_name] => exposicao-brasil-africa [to_ping] => [pinged] => [post_modified] => 2015-05-06 10:12:47 [post_modified_gmt] => 2015-05-06 13:12:47 [post_content_filtered] => [post_parent] => 0 [guid] => http://sib.org.br/?p=7823 [menu_order] => 0 [post_type] => post [post_mime_type] => [comment_count] => 0 [filter] => raw ) [4] => WP_Post Object ( [ID] => 4193 [post_author] => 20 [post_date] => 2014-06-02 22:37:00 [post_date_gmt] => 2014-06-03 01:37:00 [post_content] =>

Foi inaugurada no domingo, 01/06, a mostra de caricaturas “Canarinhos Black Power”, do ilustrador e associado da SIB Junião. A exposição, na Casa de Cultura Fazenda Roseira, em Campinas (SP), faz parte da variada programação local para o período da Copa do Mundo no Brasil. Estão previstas apresentações de filmes, oficinas e debates que misturam cultura e futebol. Para saber mais sobre o assunto, clica aqui!

canarinhos

A Casa de Cultura Fazenda Roseira, é a sede da Comunidade Negra de Campinas durante a Copa 2014 .

Para acolher os visitantes e nigerianos que estiverem em Campinas durante os jogos do Brasil e da Nigéria, foi preparado um conjunto de debates, apresentações artísticas, exibições de filmes com cineclubismo, teatro, dança e música, feirinha afro com comidas típicas para Campinas e Região e mais. Espaços para possibilitar o encontro e a interação das culturas afro-brasileiras dentro de um dos mais conhecidos eventos do mundo.As atividades acontecem durante todo o mês de junho, a partir do dia 1/6 com abertura da exposição do chargista Junião, sobre jogadores Negros que vestiram a camisa da Seleção Brasileira, se encerrando na véspera da final da Copa no dia 12 de julho com o tradicional Arraial afro Julino do Jongo.
Durante a programação no dia 22/06 o Centro Cultural Luís Machado - Machadinho, único clube negro de Campinas, será visitado com atividades durante todo o dia, em pré-comemoração de seus 70 anos. A entrada é franca, a camiseta oficial do evento está pronta e o verde-branco e amarelo são as cores que irão predominar em nossas ações. Mais Informações no site: www.fazendaroseira.blogspot.com.br/ Entrada Franca – aceitamos doações de 1kg alimento SARAVAXÉ
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O QUE: Canarinhos Black Power ONDE: Casa de Cultura Fazenda Roseira: Rua: Domingos Haddad, n° 01 Bairro Residencial Parque da Fazenda - Cep: 13060-563 Em frente à PUC II, dentro do loteamento. Campinas-SP
QUANDO: de 01/06 a 12/07
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 Edição: Gustavo Ferolla

“Quem são os craques atuais da Argentina? Quais foram os maiores jogadores de todos os tempos da Espanha? Qual é o apelido da seleção holandesa? Qual é o time mais popular de Honduras? Qual é a capital da Argélia?

Repleto de mapas, bandeiras, uniformes e mais de 100 adesivos incríveis, este divertido O Guia Secreto do SabeTudo das Copas contém informações importantes sobre todas as seleções da Copa.

Com ele, você irá impressionar seus amigos, surpreender professores, ganhar apostas daquele tio que acha que sabe tudo de futebol e guardar suas próprias recordações do mundial do Brasil!”

GUIA

O melhor da Copa do Mundo está aqui: Marcelo Martinez's Secret Guidebook for the World Cup Know-it-all, pela Ediouro/Coquetel, com figurinhas adesivas ilustradas, um monte de desenho para colorir e malandragens gráficas. Diversão para a petizada e marmanjos, por apenas vinte reais!

A venda é exclusiva nas Lojas Americanas. Não está disponível em livrarias, o que permite um valor de venda bastante atraente – R$19,90 – a despeito dos recursos de enobrecimento gráfico (diversas facas especiais, adesivos, cor especial, entre outros).

"Foi muito divertido escrever/pesquisar/desenhar este projeto. Ainda mais contando com as participações especialíssimas de amigos talentosos como Gustavo DuarteJunião OoMario Alberto e Pablo Carranza nas ilustrações;  Thales Martins na pesquisa e Edmundo Barreiros na revisão técnica. Espero que vocês curtam!"

Marcelo Martinez

[caption id="attachment_3805" align="alignleft" width="267"]Ilustração de Marcelo Martinez: Coréia do Sul "Coreia do Sul", por Marcelo Martinez[/caption]   O QUE: O Guia Secreto do SabeTudo das Copas, de Marcelo Martinez • Ediouro / Coquetel, 2014

* Ilustrações de Marcelo Martinez, Gustavo Duarte, Junião, Mario Alberto e Pablo Carranza.

VALOR: R$ 19,90

COMO ADQUIRIR: apenas nas Lojas Americanas

paginas

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O ilustrador Junião teve o privilégio de entrevistar o artista gráfico e ilustrador Emory Douglas, um dos mais importantes militantes negros dos Estados Unidos. Com a máxima Todo poder ao povo!, criou a estética publicitária e visual do partido dos Panteras Negras, um marco da luta pelos direitos civis e contra a violência policial. 

#ProgramaMetropolis visitou a exposição Todo Poder ao Povo! Emory Douglas e os Panteras Negras em cartaz no Sesc Pinheiros até Junho.

O partido dos Panteras Negras foi uma importante organização política extraparlamentar americana, fundada em 1966 e dissolvida em 1982, na cidade de Oakland, Califórnia. Seus integrantes foram idealizadores de manifestos ideológicos com reivindicações sociais, econômicas e políticas para a comunidade afroamericana nos Estados Unidos.

Emory Douglas foi responsável em grande parte pela concepção estética e publicitária do movimento, criando inclusive a máxima do partido Todo poder ao povo!. Em meio a essas reivindicações sua arte gráfica contribuiu para a construção de imagens ícones com temas sociais e políticos que transcendem fronteiras, apresentando um trabalho expressivo, que mistura um desenho denso com as possibilidades limitadas de reprodução da imagem a que tinha acesso.

PS: O EVENTO ESTÁ SENDO ORGANIZADO PELO SESC PINHEIROS.

Este post trata-se apenas de divulgação gratuita e espontânea pelo My Black is Power.

(Acreditamos que eventos GRATUITOS como esses precisam ser divulgados ao máximo)

EMORY

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Exposição Todo Poder ao Povo! Emory Douglas e os Panteras Negras

Emory Douglas, em cartaz no Sesc Pinheiros em São Paulo até Junho, foi entrevistado pelo ilustrador Junião. Assista!

Junião e Lavoura no Bixiga

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Literatura, desenho de humor e futebol: uma mistura divertida

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Os associados da SIB Junião e Orlando participam da mostra, que reúne quadrinistas brasileiros e africanos. Até 23/04, na Biblioteca Municipal Prof. Ernesto Manoel Zink, em Campinas, SP.

Canarinhos Black Power

O ilustrador e associado da SIB Junião exibe suas caricaturas, durante a Copa 2014, na Casa de Cultura Fazenda Roseira, em Campinas, SP.

O Guia Secreto do SabeTudo das Copas

Futebolês e diversão garantidos: lançamento do autor-ilustrador e associado da SIB Marcelo Martinez. Disponível somente pelas Lojas Americanas!

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O autor-ilustrador Orlando Pedroso lança o livro GORDINHAS, com prefácio da cartunista e chargista Laerte. Dia 28/11, às 19h30 no Bar Genial, na Vila Madalena, na capital paulista. Convite feito!


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Alexandre Rampazzo e Mauricio Negro convidam para o bate-papo e autógrafos dos respectivos lançamentos no sábado, 18/11, às 17h00, na 5º edição da Festa do Conhecimento, Literatura e Cultura Negra, na Faculdade Zumbi dos Palmares, na capital paulista. Às 14h00 Negro também participa da mesa “Depois que o Samba é Samba” com Paulo Lins, Martinho da Vila, João Batista de Medeiros Vargens e Duca Rachid, com mediação de Chiquinho de Assis. Compareça!


Exposição de artes gráficas na programação oficial do CEDHU Piracicaba. Artistas brasileiras e estrangeiras mostram suas produções no âmbito das comemorações e reflexões do Dia Internacional da Mulher. Inscrições abertas!


Que tal desenhar, escrever e um pouco mais enquanto se encanta pela paisagem da Chapada Diamantina? Confira aqui e veja como participar dessa rara experiência!


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