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O ilustrador Junião teve o privilégio de entrevistar o artista gráfico e ilustrador Emory Douglas, um dos mais importantes militantes negros dos Estados Unidos. Com a máxima Todo poder ao povo!, criou a estética publicitária e visual do partido dos Panteras Negras, um marco da luta pelos direitos civis e contra a violência policial. 

#ProgramaMetropolis visitou a exposição Todo Poder ao Povo! Emory Douglas e os Panteras Negras em cartaz no Sesc Pinheiros até Junho.

O partido dos Panteras Negras foi uma importante organização política extraparlamentar americana, fundada em 1966 e dissolvida em 1982, na cidade de Oakland, Califórnia. Seus integrantes foram idealizadores de manifestos ideológicos com reivindicações sociais, econômicas e políticas para a comunidade afroamericana nos Estados Unidos.

Emory Douglas foi responsável em grande parte pela concepção estética e publicitária do movimento, criando inclusive a máxima do partido Todo poder ao povo!. Em meio a essas reivindicações sua arte gráfica contribuiu para a construção de imagens ícones com temas sociais e políticos que transcendem fronteiras, apresentando um trabalho expressivo, que mistura um desenho denso com as possibilidades limitadas de reprodução da imagem a que tinha acesso.

PS: O EVENTO ESTÁ SENDO ORGANIZADO PELO SESC PINHEIROS.

Este post trata-se apenas de divulgação gratuita e espontânea pelo My Black is Power.

(Acreditamos que eventos GRATUITOS como esses precisam ser divulgados ao máximo)

EMORY

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O artista francês Blexbolex, autor de Cantiga, cedeu uma entrevista exclusiva ao ilustrador e associado da SIB Daniel Bueno, aqui parcialmente reproduzida a partir do blog da Cosac Naify.

Em Cantiga, chama a atenção o modo como você consegue efeitos gráficos belíssimos através da sobreposição de retículas estilizadas e sintéticas manchas de cor. O livro, em seu conjunto, é também muito bonito: o formato, tipografia, a lombada etc. Gostaria de saber um pouco sobre o planejamento e processo de criação desse livro. Você fez muitos esboços? Prevaleceu o trabalho manual ou você recorre bastante ao computador?

Geralmente não faço esboços, prefiro começar a trabalhar minhas imagens imediatamente no computador. Para esse livro, levando em consideração a complexidade do conteúdo narrativo das imagens, tive que fazer alguns esboços (parecidos com desenhos de storyboard) para assegurar que as imagens funcionariam bem nas ideias e composição geral. Neste caso, são desenhos bem pequenos, de alguns centímetros quadrados. Às vezes, a composição desse tipo de desenho é muito complicada, por isso escaneei alguns deles para servir de base às imagens finalizadas. Caso contrário, absolutamente tudo que faço é no computador.

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Cantiga apresenta uma narrativa interessantíssima com palavras soltas que se somam para contar uma história. No livro Saisons (Albin Michel Jeunesse, 2008) a abordagem é outra mas você também explora a relação entre uma imagem e uma palavra por página. De onde vem o interesse por esse tipo de solução e quando começou?

É difícil de responder. Pelo o que eu me lembro, as palavras, a linguagem são coisas que sempre me interessaram, na mesma medida que as imagens. As palavras são ideias (e ainda, isso não é completamente verdade) quando as dizemos, mais quando as escrevemos; são também imagens, por sua grafia, seu tamanho e eventualmente suas cores. E as imagens também são ideias porque elas evocam, mostram, contam. Sem dúvida, isso que estou dizendo é muito pouco e confuso. É uma coisa complexa. Para mim, as imagens são uma maneira de colocar em jogo todas essas coisas, com o objetivo de me surpreender, e aos outros também, caso queiram se prestar ao jogo pelo qual eu os convido a participar.

Você estudou serigrafia na Escola de Belas Artes de Angoulême. Seus primeiros trabalhos para o mercado editorial já exploravam a serigrafia ou houve um processo inicial com tentativas em variadas técnicas?

Eu fiz quadrinhos, um pouco de pintura; também me interessei pelo teatro, pela edição; tentei escrever, fiz um pouco de gravura no metal etc. Enfim, tentei todos os tipos de coisas, principalmente porque não sabia o que eu tinha vontade de fazer, o que pode ser às vezes uma vantagem ou um inconveniente. Em seguida, a oportunidade de trabalhar como tipógrafo em um escritório certamente foi decisiva.

Você apresenta soluções diversas nos trabalhos que faz: em alguns casos há a exploração de retículas e em outros, por exemplo, vemos manchas de cor homogênea, muitas vezes com paleta reduzida. Gostaria que falasse um pouco sobre essas experimentações da técnica de serigrafia: as descobertas, eventuais “erros” aproveitados de modo interessante etc.

Isto pode nos levar muito longe! Digamos simplesmente que a experimentação, o imprevisto (desejado ou não) fazem parte do meu trabalho. Sempre procuro atalhos, formas de sintetizar o que eu sei, o que me leva às vezes a fazer grandes desvios. Os processos que me levam à imagem me fazem sonhar, simplesmente.

* Para conhecer a entrevista na íntegra acesse o blog da CosacNaify. Para conhecer o livro clique aqui.

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Blexbolex (Bernard Granger) nasceu em 1966, em Douai (França). Estudou no Instituto Nacional de Arte Dramática de Paris e prestou um no de serviço militar em Berlim. Formou-se em serigrafia na Escola de Belas Artes de Angoulême. Em 1992, começou a trabalhar como tipógrafo, o que lhe permitiu imprimir seus primeiros trabalhos e publicálos de maneira independente. O autor recebeu muitos prêmios e distinções, entre eles o de Livro Mais Bonito do Mundo por L'imagier des gens (Pessoas, 2008) na Feira do Livro de Leipzig, na Alemanha, onde vive atualmente.

Daniel Bueno (1974) é ilustrador e colaborou com mais de cinquenta revistas e jornais no Brasil e no exterior. Ilustrou três livros premiados com o Jabuti: Um garoto chamado Rorbeto, de Gabriel o Pensador, O melhor time do mundo, de Jorge Viveiros de Castro, e A janela da esquina do meu primo, de E. T. A. Hoffmann.

 
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#ProgramaMetropolis visitou a exposição Todo Poder ao Povo! Emory Douglas e os Panteras Negras em cartaz no Sesc Pinheiros até Junho.

O partido dos Panteras Negras foi uma importante organização política extraparlamentar americana, fundada em 1966 e dissolvida em 1982, na cidade de Oakland, Califórnia. Seus integrantes foram idealizadores de manifestos ideológicos com reivindicações sociais, econômicas e políticas para a comunidade afroamericana nos Estados Unidos.

Emory Douglas foi responsável em grande parte pela concepção estética e publicitária do movimento, criando inclusive a máxima do partido Todo poder ao povo!. Em meio a essas reivindicações sua arte gráfica contribuiu para a construção de imagens ícones com temas sociais e políticos que transcendem fronteiras, apresentando um trabalho expressivo, que mistura um desenho denso com as possibilidades limitadas de reprodução da imagem a que tinha acesso.

PS: O EVENTO ESTÁ SENDO ORGANIZADO PELO SESC PINHEIROS.

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Exposição Todo Poder ao Povo! Emory Douglas e os Panteras Negras

Emory Douglas, em cartaz no Sesc Pinheiros em São Paulo até Junho, foi entrevistado pelo ilustrador Junião. Assista!

Entrevista com Blexbolex

O associado da SIB Daniel Bueno entrevista o francês Bernard Granger, autor de “Cantiga”, lançamento da Cosac Naify.

SIB NEWS

Para ilustradores, artistas plásticos e gráficos, estudantes, professores, arte-educadores e interessados em literatura para crianças e jovens. De 31/05 a 2/06, das 19h às 22h, no Espaço das Três, na capital paulista. Inscrições abertas até 29/05!


A autora e ilustradora brasileira foi premiada na categoria Purple Island, do Nami Concours 2017, pelo livro Sem fim (Positivo). Parabéns pela conquista!


A entrega dos certificados será durante a cerimônia de abertura do 19º Salão FNLIJ do Livro para Crianças e Jovens, em 21/06, no Rio de Janeiro. Parabéns a todos!


A Ajudaris, associação particular de carácter social (Registo de IPSS 06/09), de âmbito nacional, sem fins lucrativos, considerada de utilidade pública desde 2008. Desenvolve vários projetos de intervenção social com vista…


Após receber um total de 41 inscrições, a FNLIJ tem o prazer de divulgar a lista dos ilustradores e livros selecionados para a Bienal de Ilustrações Bratislava de…


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