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Há diversas pré-estréias já em janeiro de 2014, programadas em várias salas de cinema brasileiras, do longa metragem de animação do diretor, ilustrador, associado e ex-conselheiro da SIB Alê Abreu. Reunimos aqui alguns depoimentos sobre a obra, só para dar uma ideia do impacto que O menino e o mundo tem causado por aí. Se você ainda não assistiu, confira a programação e vá ao cinema se deliciar!

http://youtu.be/MestwjI7iLM

SINOPSE

Cuca é um menino que vive em um mundo distante, numa pequena aldeia no interior de seu mítico país. Certo dia, ele vê seu pai partir em busca de trabalho, embarcando em um trem rumo à desconhecida capital. As semanas que se seguem são de angústia e lembranças confusas. Até que, numa determinada noite, uma lufada de vento arromba a janela do quarto e carrega o menino para um lugar distante e mágico.

FICHA TÉCNICA

Direção e Roteiro: Alê Abreu Título Original: O Menino e o Mundo Gênero: Aventura Duração: 1h 20min Ano de lançamento: 2014 Classificação etária: Livre

SITE 

http://www.omeninoeomundo.blogspot.com.br   LOUROS_havana_primer
"Um filme realmente envolvente, capaz de deixar qualquer um deslumbrado não só pela sua trama, mas pela beleza de suas imagens." *****

"Com uma rica mistura de lindos concepts de arte e uma profundidade narrativa que se apropria da infância e do olhar infantil, o longa metragem de animação O menino e o mundo do Alê Abreu (Garoto CósmicoEspantalho) está encantando platéias por onde passa. Com lindas interpretações de referências das artes visuais, do cinema e de diversas outras linguagens, encontra um espaço singular na experiência de cinema para crianças e para crianças de qualquer idade. Com a partida do seu pai, o menino começa uma jornada em sua busca. De intensa delicadeza, as descobertas do mundo são sempre filtradas pela interpretação infantil, em navios-bichos e piscinas de algodão. Questões filosóficas, sociais e culturais são pinceladas com a leveza dos olhos infantis."

Vanessa Fort, coordenadora do comKids – autora e produtora de projetos audiovisuais e interativos para crianças.

"Assistimos ao filme em família em São Paulo e fomos arrebatados pela beleza, delicadeza, força e pertinência das imagens, direção, música e roteiro. Uma obra-prima da animação brasileira, que emociona!"

Mauricio Negro – ilustrador, escritor e designer

“Mesmo quem não é entusiasta do gênero irá se surpreender com a evolução do trabalho de Abreu, um dos mais ativos militantes da animação brasileira. Marcado por momentos de enorme inventividade, frequentemente dialogando com a abstração, O Menino e o Mundo seduz pequenos e marmanjos com a beleza de seus traços e desde logo se afirma como um marco do cinema de animação produzido no Brasil.”

Marcus Mello - crítico de cinema

18
 "Because it was full of some of the most beautiful images we've ever seen."
(Porque é repleto de algumas das imagens mais belas que já vimos)
*****
Menção Especial do Júri em Ottatwa

"Alê Abreu faz uma animação que nos enche de ar e de ideias. Como se fôssemos balões de hélio soltos na atmosfera, nessa alegria-airgela de entender que a nossa maior liberdade sempre será nossa consciência crítica."

Carol Almeida, do fora de quadro

"Esta acaba sendo uma produção triste, amarga, por trás do tom colorido da superfície. O Menino e o Mundo lembra produções como A Viagem de Chihiro ou O Mágico, de mestres da animação Hayao Miyazaki e Sylvain Chomet, que contrastaram muito bem o mundo idealizado da infância à vida embrutecida dos adultos. O tom de melancolia impregna este filme de excelente qualidade técnica, além de uma inventividade ímpar na representação dos espaços e do som (quer cena mais bonita do que o garoto guardando numa caixa a música tocada pelo seu pai?). Esta é uma produção capaz de divertir e suscitar a reflexão de crianças e adultos, por razões diferentes e em níveis distintos. Estas qualidades fazem de O Menino e o Mundo um filme muito mais complexo e rico do que os seus simples traços permitem imaginar."

Bruno Carmelo, do Adoro Cinema

* Confira aqui a entrevista de Alê Abreu para o jornalista Luciano Trigo

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Quem me conhece, sabe que não é fácil me convencerem a fazer algo diferente do que estou fazendo.

No entanto, alguns pitacos do meu eventual guru Céu d’Ellia foram aceitos quase instantaneamente:

“Desenhista trabalha com símbolos, você precisa conhecer Jung”

E lá ia eu estudar Jung.

“Me diz tua data de nascimento; como vamos trabalhar juntos neste projeto, minha mãe vai fazer teu horóscopo. Ela faz um mapa astral legal”

E lá ia eu estudar astrologia.

“Achei a atividade física que eu queria. É uma arte corporal indiana”

E lá ia eu praticar Kempô.

“Vou estudar anatomia no IML, que nem o Da Vinci fazia”

E não é que eu fui??

(esta história prometo contar no próximo Halloween).

Conheci Céu, então Celso Iazzeti d’Ellia, na premiação do Concurso Ford de Arte Infantil, que aconteceu no Ginário do Ibirapuera, em São Paulo, em 1977.

Cerca de 4.000 crianças e adolescentes, divididos em duas turmas de 8 a 10 e de 11 a 14 anos (eu estava entre estes), tinham que fazer um desenho numa folha A3 sobre o tema “Esportes”, no intervalo de uma hora.
Assim que recebi meu estojo de canetinhas Sylvapen ouvi a lista dos jurados (que incluía o pintor Aldemir Martins, informa o Google) e, entre eles, estava o Maurício de Sousa.
A partir dali, desenhei só para ele – enchi a folha com Mônica, Jotalhão e cia.. em dez modalidades esportivas.
Dias depois saiu o resultado. Ganhei o terceiro lugar. Celso, o primeiro. O desenho vencedor era um cartum cheio de sujeitos mal-encarados de capote, com cadernetas de apostas. Era um desenho politizado! Os sinistros bookmakers também sugeriam agentes da repressão, conspiradores, ou mais diretamente a corrupção nos esportes.
Meu pai não gostou, “cadê o esporte?”. Mas eu tinha entendido, percebi que aquilo era o tal “humor” que os cartunistas faziam, e que eu viria a fazer quase uma década mais tarde. Celso tinha quatorze anos e eu treze; a diferença de idade não era grande, mas comparado à minha olimpíada da Turma da Mônica, seu trabalho era surpreendentemente adulto.

No dia da entrega dos prêmios um sorridente Maurício nos convidou para agendarmos uma visita ao estúdio.

Alguns anos depois eu já era ilustrador publicitário na Young & Rubicam, e o diretor de arte Wilson da Nóbrega, juntando referências de anuários, “criou” um personagem para o chicle de bola Ping Pong, do qual fiz o primeiro storyboard e os seguintes. O “Pongão” foi redefinido e animado na produtora Daniel Messias e foi um sucesso imediato.
Não sei quanto aos primeiros filmes, mas logo quem passou a animar o personagem foi o Celso d’Ellia. A gente era parceiro na mesma linha de produção: eu fazendo os storyboards do Pongão na Young, ele dando vida nos comerciais que iam para a TV – e também na ilustração de pôsteres, anúncios e álbuns de figurinha. A nossa amizade nasceu daí.
[caption id="attachment_2272" align="alignnone" width="700"] Pongão, do storyboard para o mundo, no meu traço e no traço do Céu[/caption]
Em 1982 Celso saiu da Daniel Messias e criou sua produtora, Cigarra Inquietante, que passei a frequentar para longos papos sobre animação, quadrinhos, projetos, sonhos e misticismo. Talvez Celso já fosse “Céu” (num anúncio da Cigarra no anuário Talento de 1984 ele já se apresenta como “Céu I. d’Elia”, com um L só).
“Cel” também era o nome das folhas de acetatos usadas em animação.
Foi ele quem sugeriu, em 1983, que eu procurasse o Luiz Briquet, dono da quarta maior produtora de animação de São Paulo, onde animei os primeiros filmes do Bond Boca.
Céu vinha realizando o curta “Adeus” (que pode ser vista no site  http://www.ailhadoceu.com.br/), obra-prima densa e belíssima, que levou sete anos para ficar pronta. Assisti a várias montagens provisórias, versões inacabadas – o nome ainda era “A Criação do Mundo”, e recebeu a instigante trilha do compositor Dioni Moreno.
O estúdio da Cigarra condensava diferentes mundos, e todos me interessavam: o alto profissionalismo das produções publicitárias, a riqueza e profundidade do quadrinhos europeus (BD) e alternativos, a animação tradicional Disney e as de vanguarda, rock progressivo, música de meditação e Premê, e a cultura alternativa-hippie-mística que permeava aquilo tudo.

O desenho do Céu tinha aquela qualidade ao mesmo tempo concreta e esotérica do Moebius, e ele mesmo às vezes se vestia como aquele flautista do Jethro Tull.

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Quando o Jair da Folha de São Paulo me ligou para dizer que eu tinha sido premiado no concurso da Folha, em 1985, não me achou em casa - não existia celular; deram o telefone da Cigarra, e foi em frente ao Céu que recebi a notícia. O trabalho na Folha acentuou o aspecto ligeiro e jornalístico do meu desenho, quase o oposto da arte do Céu; mas continuei bastante conectado àquela sucursal da Terra Média.
Em 1986 participei do curta coletivo “Planeta Terra”, coordenado por Céu e Marcos Magalhães e oferecido à ONU, por ocasião do “Ano Internacional da Paz”:
http://iludente.blogspot.com.br/2011/08/eppur-si-muove.html
Por dois anos e pouco treinei junto com ele Kempô, arte corporal indiana baseada nos movimentos dos animais, ensinada por Joo Brito. Depois saí do Kempô, e Céu saiu pelo mundo: morou na Inglaterra, trabalhou em An American Tail 2 (foi animador sênior da irmã de Fievel), cruzou a Índia de moto e animou Pateta em Paris. Céu parece se sentir à vontade em qualquer lugar do planeta, mas também desconfortável em todos os lugares, sempre sensível ao desequilíbrio e à loucura da civilização moderna. O seu interesse pelas dimensões transcendentes da realidade transborda no profundo envolvimento com as questões ecológicas.
Em 1994 vai ao Acre, onde filma o material utilizado no documentário “Expedição Yandú” (1996).

Um projeto de que participei e não foi pra frente exemplifica o embasamento sólido e abrangente que caracteriza seus trabalhos. Céu foi contratado para recriar em animação a “Turma Do Lang-Lang” (uns bonecos marionetes que, acionados por gatilho, davam soco). Mas ele foi além: criou todo um um universo para eles, uma mitologia, um mundo ficcional estruturado e coerente de dar inveja a Tolkien. Era muito mais do que requeria aquele trabalho, simples criação publicitária, mas foi fascinante ter acompanhado de perto as reuniões de criação.

Minha participação mais recente num projeto coordenado pelo Céu foi o roteiro que fiz em 2010 para um curta do Núcleo Paulistano de Animação (NUPA), sobre Mário de Andrade.

Na virada do milênio, colaborei com os três números da revista ecológica Super Eco (1998-2000). Céu me chamou para ilustrar com vinhetas uma seção de curiosidades – aquele meu estilo bidimensional de cartum, que lhe pareceu adequado à agilidade daquela seção. O resto da revista é um show de “biodiversidade gráfica”: duas HQs seriadas, tira de humor (Ana Banana), infográficos, contos ilustrados, reportagens e um pôster central em estilo realista, este desenhado por Ângelo “Gafanhoto” Bonito.

Uma dessas HQs em capítulos, então chamada “Super Eco”, foi completada e rebatizada de Zu Kinkajú, lançada neste dia 09 de dezembro de 2013.
supereco reduz
Reparo agora que o layout do animal misterioso Super Eco / Zu Kinkajú mudou enormemente nos 13 anos que separam as duas publicações. A atualização deveu-se à mudança de concepção do personagem; na versão da revista o Super Eco parecia uma divindade hindu em forma de bicho fofinho, um Krishna de pelúcia.
O nome significava um animal capaz de se adaptar a todos os ambientes – ele também tinha membranas entre as patas dianteiras e traseiras, como o esquilo voador.
Conta Céu (http://iludente.blogspot.com.br/2013/08/zu-kinkaju-o-que-voce-realmente-sabe.html) que em certo momento se deu conta de que esse conceito era “exatamente o contrário do que a Natureza nos ensina”. E sentiu que precisava trazer o bicho mais de volta à terra; ei-lo como um tipo de quati, com orelhas que lembram orquídeas (mas não ficaria surpreso em saber que o Zu Kinkajú, em nosso plano da existência, corresponde ao Poligato Supereco no plano das fadinhas e elementais).
Nota-se também no álbum uma alfinetada em certos tipos humanos, que parasitam a atividade ecológica ou idealizam demais a Natureza.
Agora que li o álbum, posso rever os desenhos e admirar uma vez mais como Céu tem um profundo respeito pelas coisas como elas são: as paisagens são as de um certo lugar, as plantas e animais conservam sua morfologia. A suçuarana tem cara de suçuarana, o lobo-guará tem cara de lobo-guará.
Esta BD – Bande Dessinée, porque se insere na tradição caprichada e autoral dos quadrinhos franco-belgas – é uma das que mais tem cara de Brasil que já vi. Céu precisou recuar para olhar à distância, num zoom-out que o levou até o Oriente; depois deu um zoom-in até o Acre, para captar o detalhe no universal e vice-versa.

Nossos olhos, acostumados à visão de sempre desde o litoral, podem estranhar, e é bom que estranhem; afinal, é o Brasil visto do Céu...

[caption id="attachment_2270" align="alignnone" width="560"] pôster dos Beatles feito a traço por Céu, que tentei pintar com cores psico-d'Ellicas[/caption] ________________________________________________________________________________________________________________________________ SPACCA é cartunista e ilustrador, autor dos livros em HQ Santô e os Pais da Aviação, Debret, D.João Carioca (em parceria com Lília Schwarcz) e Jubiabá, adaptação da obra de Jorge. Também faz ilustrações publicitárias, editoriais e personagens. http://jubiaba.blogspot.com [post_title] => Céu d'Ellia, meu guru acidental [post_excerpt] => Spacca fala de sua amizade milenar com o animador, quadrinhista e ilustrador Céu d'Ellia, autor de "Zu Kinkajú". [post_status] => publish [comment_status] => closed [ping_status] => open [post_password] => [post_name] => ceu-dellia-meu-guru-acidental [to_ping] => [pinged] => [post_modified] => 2014-01-28 19:08:34 [post_modified_gmt] => 2014-01-28 21:08:34 [post_content_filtered] => [post_parent] => 0 [guid] => http://sib.org.br/?p=2260 [menu_order] => 0 [post_type] => post [post_mime_type] => [comment_count] => 0 [filter] => raw ) [2] => WP_Post Object ( [ID] => 1353 [post_author] => 20 [post_date] => 2013-11-01 16:06:58 [post_date_gmt] => 2013-11-01 18:06:58 [post_content] =>

MENINOO Menino e o Mundo já foi apresentado ao público na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Quem perdeu a chance de assistir essa elogiada animação terá oportunidade de assistir ao filme nas salas de cinema do circuito normal, provavelmente em janeiro de 2014. Este é o segundo longa metragem de animação do diretor Alê Abreu, após sua estreia com Garoto Cósmico em 2007. Aqui o diretor, ilustrador e associado da SIB (e nosso ex-conselheiro), dá uma breve entrevista ao Cunha Jr., para o programa Metrópolis da TV Cultura. Alê comenta o  processo criativo e filosófico, bem como alguns aspectos sobre os bastidores da produção, envolvendo opções técnicas e artísticas relacionadas aos desenhos, argumento, roteiro e trilha sonora. Mais sobre o filme você encontra aqui.

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Cuca é um menino que vive em um mundo distante, numa pequena aldeia no interior de seu mítico país. Certo dia, ele vê seu pai partir em busca de trabalho, embarcando em um trem rumo à desconhecida capital. As semanas que se seguem são de angústia e lembranças confusas. Até que, numa determinada noite, uma lufada de vento arromba a janela do quarto e carrega o menino para um lugar distante e mágico.

FICHA TÉCNICA

Direção e Roteiro: Alê Abreu Título Original: O Menino e o Mundo Gênero: Aventura Duração: 1h 20min Ano de lançamento: 2014 Classificação etária: Livre

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"Um filme realmente envolvente, capaz de deixar qualquer um deslumbrado não só pela sua trama, mas pela beleza de suas imagens." *****

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Vanessa Fort, coordenadora do comKids – autora e produtora de projetos audiovisuais e interativos para crianças.

"Assistimos ao filme em família em São Paulo e fomos arrebatados pela beleza, delicadeza, força e pertinência das imagens, direção, música e roteiro. Uma obra-prima da animação brasileira, que emociona!"

Mauricio Negro – ilustrador, escritor e designer

“Mesmo quem não é entusiasta do gênero irá se surpreender com a evolução do trabalho de Abreu, um dos mais ativos militantes da animação brasileira. Marcado por momentos de enorme inventividade, frequentemente dialogando com a abstração, O Menino e o Mundo seduz pequenos e marmanjos com a beleza de seus traços e desde logo se afirma como um marco do cinema de animação produzido no Brasil.”

Marcus Mello - crítico de cinema

18
 "Because it was full of some of the most beautiful images we've ever seen."
(Porque é repleto de algumas das imagens mais belas que já vimos)
*****
Menção Especial do Júri em Ottatwa

"Alê Abreu faz uma animação que nos enche de ar e de ideias. Como se fôssemos balões de hélio soltos na atmosfera, nessa alegria-airgela de entender que a nossa maior liberdade sempre será nossa consciência crítica."

Carol Almeida, do fora de quadro

"Esta acaba sendo uma produção triste, amarga, por trás do tom colorido da superfície. O Menino e o Mundo lembra produções como A Viagem de Chihiro ou O Mágico, de mestres da animação Hayao Miyazaki e Sylvain Chomet, que contrastaram muito bem o mundo idealizado da infância à vida embrutecida dos adultos. O tom de melancolia impregna este filme de excelente qualidade técnica, além de uma inventividade ímpar na representação dos espaços e do som (quer cena mais bonita do que o garoto guardando numa caixa a música tocada pelo seu pai?). Esta é uma produção capaz de divertir e suscitar a reflexão de crianças e adultos, por razões diferentes e em níveis distintos. Estas qualidades fazem de O Menino e o Mundo um filme muito mais complexo e rico do que os seus simples traços permitem imaginar."

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* Confira aqui a entrevista de Alê Abreu para o jornalista Luciano Trigo

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O menino e o mundo, cheio de cartaz

Vá ao cinema já em janeiro e confira porque o menino, do associado da SIB Alê Abreu, está conquistando o coração de todo mundo.

Céu d’Ellia, meu guru acidental

Spacca fala de sua amizade milenar com o animador, quadrinhista e ilustrador Céu d’Ellia, autor de “Zu Kinkajú”.

O menino e o mundo

O segundo longa metragem de animação de Alê Abreu, que particiou da seleção da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, tem estreia provável no circuito comercial em janeiro de 2014.

SIB NEWS

No sábado, 21/10, a partir das 15h00, Odilon Moraes estará autografando o seu novo livro lá na Livraria da Vila, na Vila Madalena, na capital paulista. Compareça ao lançamento pela Edições Olho de Vidro!


As atividades integram o universo da exposição e conta com a presença de cinco dos sete ilustradores, além dos curadores e convidados. Sesc Santo André, sábado e domingo (28 e 29/10), das 10h30 às 17h00. Não perca!


Lançamentos de três livros, com a presenças dos autores Claudio Fragata, Raquel Matsushita, Rosana Rios, Mauricio Negro, Alexandre Camanho e Penélope Martins. Contação de histórias, oficina de carimbos, atividades, brincadeiras e autógrafos na programação. Na Livraria NoveSete, na Vila Mariana, em Sampa. Sábado, 21/10, a partir das 14h00. Festeje conosco!


No sábado, 28/10, tem exposição e conversa boa sobre quadrinhos e negras narrativas com Marcelo D’Salete, Sirlene Barbosa e João Pinheiro e na Quanta Academia de Artes, na Vila Mariana, em SP. Pinte lá!


Workshop de máscaras da África Ocidental, com o especialista Nzo Oula, em 17/11. Na Fábrica Bhering, Santo Cristo, Rio de Janeiro, RJ. Inscrições abertas!


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